Novos jogadores entram na aventura e um deles é secretamente um cultista de uma divindade herege. O que faz a personagem que é uma sacerdotisa da deusa adorada no mundo encasquetada pois ela é capaz de sentir o poder dele com sua habilidade de perceber coisas magicas. Ela o confronta mas é apaziguada pelos demais jogadores, afinal o novo jogador é um mendigo, cego e esfomeado, ao qual ela faz questão de tirar a venda que tampa seu rosto para ver as órbitas vazias sem os olhos que apieda a todos, menos à jogadora.
Mais tarde quando a Taverna onde estão hospedados são atacados por criaturas em busca da protegida do grupo o ceguinho conjura uma magia de explosão em uma carruagem onde estava a tal criatura mestre das demais. A outra jogadora, da sacerdotisa, por outro lado estava justamente em um lugar inacessível e não viu o autor da obra.
Jogadora: Eu sabia que você era uma coisa do mal!
Jogador em off: Perai, de onde você estava não deu pra ver que fui eu.
Jogadora insiste e o jogador acentua: Entenda uma coisa, você estava oculta. Todos na mesa viram que fui eu que realizou a magia, menos você.
Jogadora: Nem eu, e nem você que é cego!
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