Quando o grupo de jogadores, todos soldados a serviço do rei, enfrentam individualmente os inimigos invasores que atacaram a aldeia eles começam a rolar combate separados. Um deles quando enfrenta um dos inimigos ficam umas dez rodadas em uma briga de foice em que ninguém acerta ninguém. Em dado momento o inimigo perde a arma (fruto de uma falha crítica).
Jogador: Ele perdeu a arma? Então vou largar a minha também pra gente ficar em pe de igualdade e vou pra cima dele com os punhos mesmo.
Mestre: Certo. Rola os dados ai. (dados rolados). Vocês dois se engalfinham em uma luta corpo a corpo até que ele te derruba no chão e você o carrega junto e saem rolando pelo chão aos pontapés de murros.
(dados rolando) (falha crítica) (dados rolando)
Mestre sorridente: Vocês dois engalfinham-se até que ele te morde a orelha esquerda arrancando metade dela fora.
Esse jogador até venceu o combate. Mas depois disso, toda vez que ele tomava a decisão de não matar um prisioneiro de guerra e libertá-lo (mesmo que sem os polegares para que ele não possa mais empunhar uma arma) ele arrancava a orelha esquerda do sujeito para que todos soubessem por quem ele foi derrotado (e para que nenhum inimigo dele tivesse mais orelha do que ele). E ficou famoso por isso!
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