Na mesma aventura de AD&D do post anterior. Em um omento mais afrente da história os jogadores se encontram e um grande salão enfeitadas com belas armaduras completas e armadas que quando os jogadores avançam ganham vida e os atacam.
Enquanto uns tentam enfrentar as armaduras, dois outros decidem inexplicavelmente que uma velha fonte no meio do salão é a culpada e começam a atacá-la com todo ódio que possuíam. Enquanto outros dois decidem usar um elmo mágico que encontraram e pilharam. Com medo do que poderia acontecer o jogador com o elmo decide não usá-lo e mandar para o outro jogador. Ele manda e com um acerto crítico nocauteia o jogador com o elmo. Então vai até ele e coloca o elmo na cabeça do amigo desacordado. Quando usado o elmo liberta um elemental do ar que nele estava preso e oferece um desejo. Ao invés de pedir que as armaduras que trucidam o grupo pede para abir uma pesada porta de metal que empurraram e não conseguiram fazer mover. O elemental abre a porta e vai embora.
Todos correm fugindo pela porta até os dois que maltratavam a pobre fonte e fecham a porta atrás de si com o esforço de vários juntos.
Um dos jogadores: Ei, peraí. cade o Mago?
Outro jogador: Aqui na sala apanhando para as armaduras. Me tirem daqui.
Jogador: Certo, vamos lá.
Um outro jogador: Mas espera. Vamos deixar ele ali. Ele é muito chato!
Jogador: Hum... interessante.
Enquanto isso o mago apanha doas armaduras do outro lado: PelamorDeus me tirem daqui.
Até que um jogador piedoso do grupo abre o portão em uma greta o suficiente para levar o braço para fora e agarrar o mago e puxá-lo. Ele bate contra a porta que não estava berta o suficiente algumas vezes até abrirem mais a porta e arrastá-lo para a segurança (ou não).
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