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terça-feira, 12 de março de 2013

Coisa do Capeta

D&D 3.5 - Fronteiras de Albion -  Logo depois dos acontecimentos do post anterior

O clérigo adentra a mansão do prefeito pois há uma intensa movimentação lá. Ele entra pela porta dos fundos, onde há uma cozinha e uma senhora possuída cozinha algo em um caldeirão. Ele entra invisível com sua cota de malhas barulhenta e assim que entra a velha percebe algo. Olha ao redor e não vê nada e volta ao que estava fazendo.Logo entra um gato que começa a comer os restos de comida por ali espalhados, mas ele percebe o clérigo, se assusta e sai correndo e a velha para o que estava fazendo e olha ao redor mais preocupada agora e pega o caldeirão e entra no corredor na casa. O clérigo a segue fazendo barulho e ela se assusta e apressa o passo.

Jogador: A velha possuída está pensando "'Vô' dai daqui logo isso é coisa do Capeta!"

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Mais tarde quando a feiticeira decidiu com o grupo sair da cidade à cavalo para pedir ajuda a um exército para controlar a cidade infestada apareceu a sugestão:

Jogador: Você pega uma abóbora de Halloween, conjura luz nela, usa seu disfarce para esconder sua cabeça, conjura voo no cavalo e sons fantasmas com uma gargalhada sinistra e sai da Igreja e os possuídos todos vão fugir aterrorizados dessa coisa do capeta e querer voltar pro inferno que é mais seguro!

Demônio Emo

D&D 3.5 - Fronteiras de Albion

O grupo está em uma cidade que está infestada por criaturas demoníacas  Essas criaturas se parecem com morcegos ao longe, mas quando ataca sua vítima ela se mostra possuir um par de asas de couro negro terminadas em garras que se prendem ao redor da cabeça da vítima e no centro do lado que toca o rosto uma horrenda bocarra circulas com dentes e tentáculos que se prendem ao olho da vítima e do outro lado um olho enorme e demoníaco que passa a controlar a vontade do hospedeiro. O grupo estava refugiado juntamente com uns 50 outros moradores que escaparam no templo de Sunnadar da cidade. Certo momento o grupo decide explorar a cidade com a ajuda da magia de invisibilidade da feiticeira.

Então sai o clérigo invisível vestido de sua cota de malha fazendo todo barulho pela cidade a observar e procurar informações úteis. 

Mestre: Quando você se aproxima da taverna da cidade consegue ver pela janela aberta um grupo de pessoas possuídas.

Jogador: Eu vou me aproximar e dar uma fragada pra saber o que estão fazendo.

Mestre: Certo. São moradores da cidade, vestidos das maias variadas formas, como taverneiro, mascate, pessoas comuns. Eles estão se banqueteando e bebendo e conversando e rindo alto em um idioma que você não compreende mas percebe ser um idioma nativo de um mundo inferior. Num dos lados da taverna você pode ver um grupo deles fazendo sexo sem o menor pudor.

Jogador: Então eles estão falando em "capetês" e curtindo a vida adoidado e trepando. Tem alguém que não está assim com esse comportamento?

Mestre: Qual comportamento? Falando "capetês", se divertindo, trepando?

Jogador 2: Você vê um deles, com cabelo escorrido e franja, meio emo, maquiado, triste num canto com uma gota enorme de lágrima desenhada logo abaixo do olho enorme do capeta!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

MAGIA ERRADA

O grupo que procurava sua integrante desaparecida chega a uma cidade que está povoada de criaturas aladas e possuidoras de corpos. O povo da cidade que conseguiu escapar está entrincheirado na igreja, umas 80 pessoas, animais mais os membros da Igreja abarrotam o tempo. Dentre eles está a personagem desaparecida que com a perna ferida recebe o grupo sentada. Ela está exausta depois de três dias sem dormir e de dois dias sobre um cavalo e outro mancando ferida e perdida pela estrada.

Narrador: - O que vocês fazem agora que encontraram a Adele?
Clérigo: - Eu vejo que ela está ferida?
Narrador: -Vê sim pois a perna dela está com a calça retalhada e coberta por sangue coagulado e ela expressa dor no rosto.
Clérigo: - Então eu mando um "curar ferimentos moderados" nela.
Narrador: - Beleza então. Você reza pra Sunnadar e traz sua benção que fecha o ferimento da perna dela e ela, como já havia demonstrado interesse, apaga ali mesmo começa a roncar.

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Jogador: - Pô cara, magia errada, era pra curar ela, não pra fazer dormir!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

BRUXARIA

Em Fronteiras de Albion

Dois jogadores se dirigiam a um afazenda onde pretendiam resgatar de demônios uma criança que era uma peça chave para eles ou contra. Um dos personagem, Adele, conhecida bruxa do grupo que vive surpreendendo a todos com seus efeitos mágicos. O outro Áfera, exímio guerreiro porém simplório.

Chegando na tal fazenda ela estava sob ataque, a casa pegando fogo e os dois foram tentar encontrar a garota. No caminho porém Adele foi atacada por uma besta invisível que lhe dilascerou a perna e a sacudiu no ar como a um bicho. Áfera, só viu a companheira sendo flutuando e sacudindo no ar de um lado para o outro. Então intrigado perguntou:

- Que bruxaria nova é essa?!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

ZUMBI ESPERTO

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Mestre: Dois mortos-vivos correm na sua direção, um atacando seu cavalo tentando te derrubar e o outro te atacando, o que você faz?

Jogadora: Eu enfio minha cimitarra nele.

(dados rolados - falha crítica)

Mestre: Você enfia sua cimitarra no peito dele e ele é empurrado para trás alguns passos, mas nisso você acaba soltando a arma que fica no peito dele. Ele então se recompõe, retira sua cimitarra do peito e te ataca com ela.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Sexo dos Dragões

D&D, Underdark

Jogador conta coo jogou uma sessão absurda onde o narrador fez seu grupo encontrar dragões dentro de uma dungeon para atacar o grupo:

"Narrador: Vocês abrem a porta e ela da em um grande salão onde estão dois dragões azuis."

Jogador 1: Tem certeza? Dois dragões azuis Eles nem andam em bando.
Jogador 2: Nem vivem em cavernas.
Jogador 1: Nem deveriam caber dentro de uma dungeon, como eles chegaram ali
Jogador 3: Pô gente, os dragões também acasalam ué.
Jogador 4: Eles tipo se encontram uma vez a cada 100 anos, fazem seu sexo, botam um ovo e cascam fora. Ai eles estão no meio do bem bom e chega uns aventureiros babacas para empatar a foda deles!
Jogador 2: É por isso que eles te atacaram!

Papo de taverna

Na taverna meio bêbado narra as aventuras de seu grupo na qual ele foram em uma cidade repleta de mortos vivos, ele combado por magias matou um monte das formas mais variadas, a bruxa do grupo voou (pela primeira vez na frente dos jogadores), o clérigo não passou no teste de medo e o ladino pulou no telhado de cima do cavalo que foi derrubado pelos mortos vivos.

Jogador: Pois é, eu matei um monte de zumbi, ela voou, o padre se cagou e o ladino ficou pulando no telhado.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Direto de Hogwarts para Albion

Adele, feiticeira ao ser cercada por zumbis e perder o cavalo.

Jogador: Eu vou conjurar a magia "vôo" e sair fora.

Mestre dá pitaco: Voa de vassoura!

Jogador: tem vassoura perto?
Mestre: Claro que tem, encostada em uma porta de uma casa do seu lado.
Jogador: Pego a vassoura então e conjuro "vôo" e saio voado pro alto.

Enquanto isso outro jogador, Ash, que foi cercado por mortos vivos também conseguiu saltar do cavalo e se dependurar num telhado próximo e subir nele. Lhe aparece então a bruxa do grupo voando em uma vassoura e tentando convencê-lo a voar com ela num rodo...

Jogador fodão

Áfera recebe a magia de armadura arcana da feiticeira do grupo e de força do touro do clérigo do grupo.

- Nó, agora esses zumbis vão ver! Já viram zumbi aterrorizado? Vão ver hoje! Vou fazê-los se arrependerem de ter nascido e se arrependerem de ter morrido!

Foco em conversa

Grupo jogando a noite e se dispersando facilmente, até que a única mulher do grupo e iniciante fala:

Jogadora: - Pô galera, tá bom, já deu. Vamos voltar pro jogo, vocês não tem foco.
Outro jogador: - Eu tenho foco em arma.
Jogadora:: Tem que ter foco aqui no jogo.
Terceiro Jogador: Foco em conversa, foco em fofoca;
Outro Jogador: Fo-foco.

Facebook do zumbi

Narrador: Então ele te ataca com a espada. O golpe pega no seu ombro e rasga sua armadura, mas você percebe que o dano mesmo a armadura absorveu de forma que o zumbi mal o cutuca.

Jogador: Olha só, facebook zumbi!  Banda favorita: Dead Kennedys, Estilo de música: Death Metal, Comida favorita: Cérebros ou carne humana...

Gato Raiden

D&D: Adele, à cavalo, recuando em um beco de uma multidão de mortos vivos.

Adele: Vou conjurar através do meu familiar a magia toque chocante. Ele vai saltar do cavalo sobre um morto vivo e então saltar de volta antes de eu sair galopando.

Jogador assistindo: Ai não né! Ele é um gato, não o Raiden. Pensa só o gato "miau miau miau miauoê!"


As mortes de Áfera

Áfera, personagem super forte de D&D que teve suas rolagens de atributos todas bem roladas e coleciona mortes de seus inimigos enfrentando zumbis ao receber armadura arcana da feiticeira do grupo e força de touro do sacerdote (ficando com força 22):

- Ele esmagou a cabeça de um zumbi contra a parede;
- Arremessou um zumbi que estava o atacando pelo flanco sobre os outros à sua frene, derrubando-os;
- Derrubou um zumbi, agarrou-o pelas pernas e o utilizou de taco para bater em outros;
- Esmagou a cabeça de um zumbi só com uma mão;
- Atropelou correndo um grupo de zumbis sendo que um deles se agarrou a ele e tentou mordê-lo tanto que ele acabou sendo carregado na investida do Áfera no encontrão contra o portão que ele pretendia arrombar;

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PS: Eu escrevendo esse post digitei mais de uma vez "zumboi" ao invés de zumbi e acabei imaginando um boi zumbi dando chifrada na galera...

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Ainda na festa...

D&D 3.5 - Jogador da festa do post anterior dando recomendações a um outro personagem:

- Olha, se eu fosse você não beberia tanto. É comprovado que a maior parte dos acidentes de cavalo e carroça acontecem com o cavaleiro alcoolizado. Se for beber, não cavalgue.

Vestido para a festa

D&D 3.5 - Os jogadores se preparam para irem na festa de coroação do rei. Todos se preparam adequadamente, menos o jovem barbaro aborígene que não sabe fazer isso.

Outro jogador:  - Tá doido? Eu arrumo ele, ponho uma armadura de luxo nele e tal, tipo com cocos nos ombros e palha cobrindo as coisas dele.

Mais dramaticidade

D&D 3.5 - Fantasia Medieval

Um dos jogadores que é clérigo realiza a cerimônia funerária de um colega que morreu em batalha para os amigos e familiares. O rei está presente.

Jogador: Vou usar uma magia qualquer que possa fazer o meu discurso ser mais impressionante.

Olha lista de magia e não encontra nada de útil.

Outro jogador da pitáco: - Ah cara, faz uma prestidigitação ai.

Tipo tirar uma moeda da orelha do defunto né?!

No final ele usou a magia Luz para fazer o seu cetro com o qual realizava a cerimônia brilhar.

sábado, 21 de julho de 2012

Elegância

Narrador: Vocês vêem a mulher vestida com elegância.

Jogador: Ela consulta a Gloria Kalil da Idade Média!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Relevância

Outra do cara que discursa sobre os coelhos...

Em uma discussão onde os fatos analisados sugerem um golpe de Estado.

NPC: - Uma informante prostituta me trouxe essa moeda que ela recebeu de um comerciante que havia ganhado como pagamento de um conhecido mau elemento da cidade. A moeda traz a imagem de um lobo coroado. Imagem que não corresponde ao atual brasão do reino, nem o anterior ou algum conhecido. Por outro lado o nome do atual regente é Wolfblood...

Jogador: - Mas e então, as orelhas do lobo passam por dentro ou por fora da coroa?

sábado, 5 de maio de 2012

MEMORÁVEL

D&D: Em uma cena onde o grupo planejou se infiltrar na cidade para investigar sem chamar atenção o caso no qual trabalhavam decidiram que um dos jogadores, CANCHA, não poderia participar. O personagem indignado e pronto para confusão que poderia arrumar quis saber o o porque. Ele é um personagem estrangeiro, aborígene, com o tom de pele diferente, alargadores de orelha e o rosto todo tatuado como um maori e uma inteligencia abaixo da média.

- Veja bem Cancha, você não pode participar dessa missão por que você seria facilmente reconhecido.
- Mas por que isso?
- Porque... você é... memorável!

Cancha põe as mãos na cintura, estufa o peito orgulhoso e repete para si mesmo.

- Cancha é me-mo-rá-vel!

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E isso se tornou um jargão na boca dele. Inclusive todos jogadores lembram o nome do Cancha, que é um npc, enquanto com frequência precisam perguntar entre si qual os nomes dos seus personagens.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

A SENHA

Os personagens seguem para o portão trancado da cidade no intuito de passar por guardas subornados usando de bandidos que foram aprisionados. A intensão era dar um flagrante nos guardas subornados e prendê-los.

Jogador 1: E então, o que eles esperam que a gente faça? (falando com um dos bandidos).
Bandido 1: Temos que dar a senha.
Jogador 2: Então dê! Mas saiba que se tentar armar para nós, morre aqui mesmo!

Bandido bate no portão e é recebido por um guarda que pergunta o que desejam.
Bandido fala a senha: AZUL23GALINHA!