Mostrando postagens com marcador FORGOTTEN REALMS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FORGOTTEN REALMS. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Atacando a inimiga

D&D 5ª Edição - Forgotten

O grupo enfrenta um monte de inimigos lidderado por uma mulher grande e gorda de pele verde que serve a um elemental maligno da água. Ela tem a capacidade de mudar de forma para uma especie de anaconda de água e só toma dano mágico.

Jogador: Fudeu, ela só toma dano mágico e não somos todos nós que podemos dar dano mágico.

Jogador 2: Que nada, eu posso dar dano nela de outra forma: "Você é feia, sua pele enrugada, tem cabelo branco, tem celulite e é tão gorda, mas tão gorda, que quando entra na água os peixes giram ao seu redor!"

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Perólas e Piedade

Na mesma aventura de AD&D do post anterior. Em um omento mais afrente da história os jogadores se encontram e um grande salão enfeitadas com belas armaduras completas e armadas que quando os jogadores avançam ganham vida e os atacam.

Enquanto uns tentam enfrentar as armaduras, dois outros decidem inexplicavelmente que uma velha fonte no meio do salão é a culpada e começam a atacá-la com todo ódio que possuíam. Enquanto outros dois decidem usar um elmo mágico que encontraram e pilharam. Com medo do que poderia acontecer o jogador com o elmo decide não usá-lo e mandar para o outro jogador. Ele manda e com um acerto crítico nocauteia o jogador com o elmo. Então vai até ele e coloca o elmo na cabeça do amigo desacordado. Quando usado o elmo liberta um elemental do ar que nele estava preso e oferece um desejo. Ao invés de pedir que as armaduras que trucidam o grupo pede para abir uma pesada porta de metal que empurraram e não conseguiram fazer mover. O elemental abre a porta e vai embora.

Todos correm fugindo pela porta até os dois que maltratavam a pobre fonte e fecham a porta atrás de si com o esforço de vários juntos.

Um dos jogadores: Ei, peraí. cade o Mago?

Outro jogador: Aqui na sala apanhando para as armaduras. Me tirem daqui.

Jogador: Certo, vamos lá.

Um outro jogador: Mas espera. Vamos deixar ele ali. Ele é muito chato!

Jogador: Hum... interessante.

Enquanto isso o mago apanha doas armaduras do outro lado: PelamorDeus me tirem daqui.

Até que um jogador piedoso do grupo abre o portão em uma greta o suficiente para levar o braço para fora e agarrar o mago e puxá-lo. Ele bate contra a porta que não estava berta o suficiente algumas vezes até abrirem mais a porta e arrastá-lo para a segurança (ou não).

Jogador Inexperiente

Jogando RPG pela primeira vez.

Mestre: Vocês se vêem em um corredor e no final dele tem uma grande porta dupla de metal com argolas para serem puxadas, o que vocês fazem?

Jogadores: Alguém vai lá abrir né.

Eu: Eu sou o mais forte vou lá abrir.

Jogadores: É isso ai, nós vamos atrás.

Mestre: Você pega as argolas e as puxa mas ao invés de puxar a porta ela sai em sua mão conectada a uma corrente que a prende a porta e vocês escutam o som de alguma espécie de mecanismo atrás da porta.

Jogadores: Nós pulamos cada um pra um lado.

Eu: Eu espero pra ver o que é que dá.

Mestre: Vocês que se afastam vêem um monde de pedras cairem por uma passagem no teto sobre o elfo que cai desacordado.

Jogadores para mim: Por que não saiu debaixo?

Eu: Pensei que era um mecanismo pra abiri a porta, não sabia que podería encontrar armadilhas aqui. É minha primeira sessão de jogo...

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Idéias...

Em um jogo de AD&D

O Grupo todo encharcado e com frio não consegue, devido a umidade, acender uma fogueira e têm a idéia de pedir ao mago do grupo que talvez tenha alguma magia de fogo guardada no repertório.

Mago: Tá, beleza, você ai, estica o braço e segura a tocha. Mestre, vou conjurar "Mãos Flamenhantes".

Acende a tocha, acende o amigo que está segurando a tocha, uma maravilha de idéia!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Mais uma do meu primeiro jogo

Eu estava entrando na segunda sessão de um monte de jogadores inexperientes, meus amigos, fora o  mestre. Eles, seja la qual fosse a sua missão entraram um velho templo em ruinas onde meu elfo clérico de Silvanus se encontrava. Quando percebi os sons deles derrubando portas e tals me escondi. Brilhantemente em um lugar sem saida. Dã. Quando eles entraram na sala onde eu me encontrava anteriormente ecomeçaram a vasculhar percebi que cedo ou tarde chegariam ao meu esconderijo.

Mestre: O que você faz?

Eu: Eu saio correndo e gritando!

Primeiro jogo de RPG - Sem saber como explicar

Em uma  aventura de AD&D me encontrei na seguinte situação:

Eu, único elfo (com infravisão) e o grupo todos de humanos em uma caverna escura e só eu enxergava. Três humanos. Um deles segui tateando o som de água até que chegou nela, caiu nela e foi levado aos gritos pela correnteza e caiu em uma cachoeira. Eu estava desacordado e após quase me afogarem para acordar eu vi a situação. Quando acordei vi que o próximo local que tinhamos que ir era na terra depois da cachoeira. Único caminho: corredeira abaixo. Subi em uma pedra no alto da caxoeira, onde ela começava a queda guiando o humano para lá comigo. Então ajudei ele a subir:

- Segura em minha espada que eu te puxo.

Claaaaro que cortei a mão do infeliz. Depois dessa ideia idiota icei o outro personagem para o alto. Sem saber como explicar posicionei ele na beirada e dei um empurrão:

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa (lembram do Pateta caindo?)

O que restou:

- O que foi isso?
- Nada. - respondi - preciso que você dê alguns passos para a esquerda.

Ele deu e bateu a cabeça na parede. Falha minha, de novo.

- Não tem nada aqui seu idiota!
- Foi mal, para o outro lado então.
- Você tem certeza que sabe o que está fazendo?
- Absoluta.

Ele andou para a direita até cair no rio e então cachoeira abaixo. Eu pulei logo depois.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

AH... um banho...

Depois de entrarem de gaiatos em um combate entre centauros e orcs e matarem os orcs Tristan e Milo se juntam aos centauros em uma festa em na aldeia dos centauros no meio da Terra dos Vales. Depois de uma longa noite de canções e bebedeira Milo acorda em uma cabana, todo doido, com ressaca, com o corpo coberto de mato e folhas.

Jogador Milo: Eu me levanto, espreguiço e saio da cabana.
Mestre: É início da manhã, quando você sai você vê alguns poucos centauros andando pela aldeia, embora nenhum perto de você no momento. Você vê as cabanas deles.
Jogador Milo: Tem água ou um riacho?
Mestre: Em frente a uma das cabanas perto de você tem um balde bem grande cheio de água.
Jogador Milo: Ótimo! Vou até ele, tiro minha camisa e enfio minha cabeça lá. Depois escorro um pouco pelo corpo e limpo meu rosto, peito, sovaco e tals. Depois vou procurar o Tristan.
Mestre Sorridente: Certo. Depois disso tudo você veste sua camisa novamente e começa a caminhar procurando por algum sinal de Tristan. Quando você ainda não se afastou muito de onde estava você vê um centauro saindo daquela cabana onde você encontrou o balde e bebendo a água nele.

Com um 20 natural em D&D você consegue:

- Ai eu pulei sobre o dragão e o estrangulei até a morte!

Milo, o halfling bardo (do post anterior) contando estorias de seu passado, e convencendo!

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Uma cena REALMENTE lendária

D&D, Terra dos Vales. Um halfling bardo investiga uma casa élfica no alto de uma enorme árvore a qual ele teve acesso subindo uma já apodrecida escada em espiral caindo aos pedaços, em uma cidade abandonada dos elfos. Uns 15 metros abaixo seu companheiro de aventuras Tristan se esconde de uma dríder que acabou de aparecer. Milo arranca um pedaço de madeira da construção élfica que arranca com certa facilidade por estar podre, chega na beirada da sacada que contorna a casa, para, mira e solta a tábua que acerta a dríder em cheio. Ela urra de dor e começa a escalar rapidamente com suas patas aracnídeas a árvore.

Jogador: Eu vou procurar em minha mochila minha corda.
Mestre: Pra que?
Jogador: Você vai ver.
Mestre: Certo... Quando você acaba de tirar a corda que se encontra enrolada de sua mochila a dríder alcança a sacada da casa e você percebe que ela começa a gesticular e murmurar algo.
Jogador: Eu corro ao redor da casa.
Mestre: Uma magia explode parte da casa atrás de você quando você se oculta atrás dela. A dríder começa correr atrás de você, o que você faz?
Jogador: Continuo correndo.
Mestre: Vocês dão voltas ao redor da casa em uma perseguição até que ela para e começa a conjurar uma nova magia que explode perto de você, mas não o atinge pois você se oculta da visão dela (sucesso em um teste de reflexos).
Jogador: corro até a beirada da sacada e amarro uma ponta da corda em uma viga que pareça firme.
Mestre: O que você pretende?
Jogador: Você vai ver.
Mestre: Certo. Ela volta a perseguir você que continua correndo pela sacada (jogador concorda com um aceno), até que ela se cansa e com ódio no olhar começa a conjurar uma nova magia.
Jogador: Eu corro para onde amarrei a corda, amarro a outra ponta dela na minha cintura e salto da sacada.

Resultado: Assim que Milo termina de amarrar a corda em si e salta uma enorme explosão de fogo (bola de fogo) explode atrás dele e ele no ar em posição de queda com uma explosão atrás. Digna de 007. Tá certo que a corda não chegava até o chão e quando ela esticou ele se machucou e a corda em chamas se partiu e ele acabou caindo na escada podre abaixo dele que cedeu e ele continuou caindo até atingir o chão todo machucado, mas vivo. Mas a cena James Bond, isso ninguém pode tirar dele.